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segunda-feira, 19 de abril de 2010

A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO DOS OUVIDOS DE CÃES E GATOS‏

Cães, principalmente os de orelhas caídas, e gatos podem desenvolver otites, inflamações nos condutos auditivos. Donos de animais de estimação precisam estar atentos à higiene e aos sinais clínicos

Cães e gatos dependem muito de seus donos para cuidar da higiene e da saúde de seus ouvidos. Por serem estruturas bastante delicadas, a limpeza exige alguns cuidados especiais, para não machucar o pet e evitar inflamações, como otites, causando desconforto para o animal e até danos graves à audição.

Dentre as causas mais comuns de otites destacam-se fungos, bactérias, ectoparasitas, excesso de cera, corpos estranhos e processos alérgicos, revela a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto. “As raças de cães de orelhas caídas são as mais predispostas a desenvolver o problema, já que a ventilação nos condutos auditivos é menor, tornando-os mais propícios à proliferação de micro-organismos”.

Quanto aos sintomas do problema, a veterinária diz que o pet que apresenta uma inflamação no ouvido logo se delata, coçando as orelhas com as patas traseiras ou sacudindo a cabeça. “O animal pode apresentar secreção purulenta no ouvido, com característica de mau odor, indicando que a infecção já está instalada. Em casos mais severos o animal pode apresentar desorientação e desequilíbrio, caracterizados por sinais neurológicos”.

Para prevenir as otites donos de animais de estimação devem cuidar da limpeza das orelhas de cães e gatos. Para isso, é importante levar em consideração alguns fatores como a produção natural de cera, a presença de pelos dentro das orelhas e a forma das orelhas. Segundo Vincoletto, a limpeza deve ser feita periodicamente, dependendo da observação desses fatores. “A produção de cera varia de animal para animal, portanto, é importante verificar regularmente como está a higiene das orelhas do pet”.

Os donos de animais de orelhas caídas devem ter cuidado redobrado, pois esses cães são mais predispostos a problemas de ouvido: o ambiente com pouca ventilação propicia a proliferação de micro-organismos.

O alerta da médica veterinária é para nunca introduzir objetos pontiagudos como cotonetes e pinças nos ouvidos do animal de estimação, pois isso pode machucá-lo, além de empurrar secreção (cerúmen) para o interior do conduto auditivo, agravando mais o quadro. “O uso de produtos ceruminolíticos pode diminuir a frequência das infecções micóticas ou bacterianas. A indústria de medicamentos veterinários já dispõe de auxiliares no combate aos sintomas clássicos da inflamação. Um exemplo disso é o Aurivet, da Vetnil, um medicamento com propriedades anti-inflamatória, antibiótica, antifúngica e analgésica, eficaz no combate aos principais sinais clínicos das otites”, completa a veterinária.

A dica para o dono do animal de estimação é observar o ouvido do pet para avaliar o acúmulo de cera e estar atento aos sinais clínicos decorrentes da otite. Caso haja constatação de que algo não está dentro da normalidade, o melhor é buscar a orientação de um médico veterinário de confiança.

Sobre a Vetnil

Fundada em 1994, a Vetnil está entre os cinco maiores laboratórios brasileiros de produtos veterinários e é líder no mercado nacional de equinos. A empresa é fabricante de produtos que garantem a saúde nutricional e a qualidade de vida de animais domésticos, além de aumentarem a performance de animais atletas. Entre seus produtos estão suplementos e medicamentos para pets (caninos, felinos, aves ornamentais, pássaros e roedores), avestruzes, bovinos, equinos, ovinos, caprinos e suínos. A empresa conquistou prêmios importantes promovidos pela imprensa brasileira, dentre os quais o de “Empresa que mais cresceu em 2005 no setor veterinário” (Anuário Exame Agronegócio 2006-2007), o de “Melhor empresa do setor de produtos veterinários (Anuário do Agronegócio 2006, da Revista Globo Rural), além de ter figurado entre as “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil (Revista Época) e entre as “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar 2006” (Revista Época).

www.vetnil.com.br